Chamada de inscrições - XIX Encontro Nacional da Anpof

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A ANPOF realizará de 19 a 23 de outubro de 2020 seu XIX Encontro Nacional, em Goiânia/GO. As inscrições para o evento terão início hoje, 28 de fevereiro, através deste link https://eventos.galoa.com.br/realm/anpof-2020. A data final para submissão de trabalhos é o dia 08 de maio e a data prevista de divulgação da lista de trabalhos selecionados é 1º de junho de 2020.

A Faculdade de Filosofia da Universidade Federal de Goiás, a Pontifícia Universidade Católica de Goiás e o Instituto de Filosofia e Teologia de Goiás serão as instituições anfitriãs do evento. Estas instituições possuem diversas instalações ao redor da praça universitária, onde ocorrerá o encontro. Palco de eventos políticos históricos, manifestações culturais e importantes encontros universitários, a Praça Universitária encontra-se bem próxima ao centro da cidade. Essa região, de fácil acesso ao evento, dispõe de estrutura hoteleira e restaurantes a preços acessíveis. Goiânia encontra-se no centro do país e é uma das capitais brasileiras com menor custo de vida, o que contribuirá para a participação do maior número de congressistas de diferentes regiões do país, principalmente em um momento de hostilidade oficial contra a área de filosofia.

Desde a realização do primeiro Encontro Nacional da ANPOF, em Diamantina/MG, em 1984, os encontros da ANPOF se consolidaram como os eventos mais importante da área de filosofia no Brasil e presentemente é um dos maiores do gênero no mundo. Com a contribuição inestimável dos Programas de Pós-graduação afiliados e dos Grupos de Trabalho, os Encontros Nacionais da ANPOF reúnem parte expressiva da comunidade filosófica brasileira e ainda participantes internacionais na discussão e na reflexão sobre uma variedade extraordinária de temas.
Além das apresentações das pesquisas dos mais de 2000 participantes esperados, teremos ainda conferências, minicursos, mesas-redondas, debates sobre política acadêmica e sobre o funcionamento e as políticas de instituições importantes para a área, como a CAPES, o CNPq e a própria ANPOF.

A realização do evento mais uma vez no espaço da universidade nos permitiu manter o valor das inscrições dos docentes e ainda mais uma vez reduzir um pouco o valor da inscrição dos discentes. Além disto, manteremos subsídios para estudantes dos programas que estão classificados como nota 3 na avaliação da CAPES, visando estimular a maior participação discente desses programas e o seu fortalecimento neste ano decisivo para a Avaliação Quadrienal.


Em breve divulgaremos mais informações.

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O Leviathan de Hobbes em Nova Perspectiva: um estudo sobre o papel dos pressupostos na interpretação.

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O Leviathan de Hobbes em Nova Perspectiva: um estudo sobre o papel dos pressupostos na interpretação.

ISBN : 978-65-80096-88-6 
Editora Dialética
152 p.

Autor: Jairo Rivaldo da Silva
Mestre em filosofia pela UFPE, professor de filosofia do departamento de Direito do Centro Universitário Maurício de Nassau em Caruaru-PE.

Link para adquirir a obra:   https://www.editoradialetica.com/product-page/o-leviathan-de-hobbes-em-nova-perspectiva.

"A questão do estético" Nadja Hermann; Raimundo Rajobac (ORGS)

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Sumário do Livro

Apresentação

A questão do estético: contexto e atualidade
      Nadja Hermann

Hegel e Gadamer: a estética à prova
    Hans-Georg Flickinger

 Nietzsche: questões estéticas
     ScarlettMarton

 Implicações éticas da experiência da obra de arte em Gadamer
    Luiz Rohden

 Experiência da arte e formação estética: a perspectiva gadameriana
    Raimundo Rajobac 

A questão da arte na obra La prose du monde de Merleau-Ponty
     Jaime Paviani

 Modos de presença nas manifestações estéticas contemporâneas
     Rodrigo Duarte

Adquira  em: https://www.amazon.com.br/dp/B0847SBXT9/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&keywords=rajobac&qid=1580148948&sr=8-1

MOSAICO FILOSÓFICO II - Agostinho de Hipona, Idade Média, Nicolau Maquiavel, Blaise Pascal, Jacques Maritain, Gabriel Marcel, Paul Ricoeur - Ricardo Czepurnyj Ferrara

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O presente livro é fruto de alguns artigos inéditos e outros artigos publicados nas revistas vinculadas às Faculdades Integradas Campos Salles em 2018. O objetivo de tal iniciativa é trazer ao público, que se interessa pelas publicações filosóficas, um instrumento de contato e aprofundamento com os mais diversos autores que marcaram época em seus respectivos tempos. Esses artigos exploram o pensamento dos autores, explicitando algum ponto que requer mais esclarecimento, através de seus comentadores. O segundo número dessa iniciativa traz autores e temas como Agostinho de Hipona, Idade Média, Nicolau Maquiavel, Blaise Pascal, Jacques Maritain, Gabriel Marcel, Paul Ricoeur.

Ricardo Czepurnyj Ferrara é mestre em Filosofia pela Universidade São Judas (2013), graduado bacharel em Filosofia pela mesma universidade (2009) e bacharel em Sistemas de Informação pelo Centro Universitário Íbero-Americano (2006). Autor do livro A conexão entre medida e verdade em Tomás de Aquino (2017), Mosaico Filosófico I (2018) e Tópicos Lógicos - Uma abordagem da disciplina de Lógica para cursos de graduação em ensino superior (2019) publicados pela presente editora. Docente do curso de Direito – Faculdades Integradas Campos Salles (FICS).

Contato do autor: ricardo.ferrara@gmail.com

Carta de repúdio à exoneração de pesquisadores da Fundação Casa de Rui Barbosa

As associações e sociedades científicas abaixo subscritas repudiam a exoneração do diretor e chefes de pesquisa da Fundação Casa de Rui Barbosa ocorrida no último dia 08 de janeiro de 2020.

Consideram as exonerações parte de uma política de instrumentalização ideológica que vem sofrendo as instituições de cultura e pesquisa no País, a qual nomeia pessoas desqualificadas e apadrinhadas para ocupar cargos vitais e gestar a política de memória brasileira.

A Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB) constitui-se como um repositório de informações culturais, destinado à promoção do trabalho intelectual, à preservação de documentos e um importante centro de pesquisa para a área de Letras, Artes e Humanidades.

A ação ocorrida na FCRB, sob o pretexto de uma “otimização administrativa”, afasta pesquisadores experientes e qualificados técnica e academicamente para o exercício de gestão e preservação do acervo, vulnerabilizando ainda mais a produção científica nacional.

Além de se solidarizar com os pesquisadores exonerados de seus cargos, as associações subscritas denunciam o desrespeito sistemático com o patrimônio científico e cultural brasileiro, como não ocorria na história deste País, desde sua abertura democrática em 1985.

Em decorrência da gravidade de tal fato, exigimos a suspensão imediata das exonerações e a retratação pública da presidente da FCRB com os pesquisadores.

Subscrevem:
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Linguística (ANPOLL)
Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP)
Associação Brasileira de Antropologia (ABA)
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (ANPOCS)
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Psicologia (ANPEPP)
Associação Nacional de História (ANPUH)
Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia (ANPOF)
Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS)

Abraão e a fé como relação absoluta com o Absoluto em Kierkegaard: Da angústia fundamental ao desafio do desespero entre o paradoxo absoluto e a paixão infinita da interioridade

BÂNNER ABRAÃO E A FÉ

Autor: Luiz Carlos Mariano da Rosa
ISBN-13: 978-620-0-57597-5
ISBN-10:6200575975
EAN: 9786200575975
Idioma do livro: Português
Editora: Novas Edições Acadêmicas (OmniScriptum Publishing Group)
17 Meldrum Street, Beau Bassin 71504, Mauritius, Africa
Número de páginas:180
Categoria: Religião / Teologia
Preço: 71.9 €
Palavras-chave: Kierkegaard, fé, relação absoluta com o Absoluto, suspensão teleológica do ético, espiritualidade individual, consciência da singularidade, Jesus Cristo, Lógos, catolicismo, Protestantismo, Islamismo, Monoteísmo, Judaísmo, Abraão.

Nota de repúdio do IFCS/UFRJ à nova política de distribuição de bolsas anunciada pelo CNPq

Nós, da congregação, do conselho diretor e dos programas  de Pós-graduação do IFCS (PPGF, PPGLM e PPGSA) repudiamos a nota do CNPq, na qual se anuncia o projeto de transformar a distribuição de bolsas em editais e chamadas públicas organizados pelo órgão, estipulando como critérios noções vagas como “inovação” e “projetos vinculados a modalidades e temáticas de áreas prioritárias e estratégicas para o MCTIC”. Nosso temor é que as humanidades acabem sendo profundamente prejudicadas, pois, o seu caráter de inovação não é facilmente mensurável. No entanto, não há inovação sem pensamento crítico, característica patente da produção acadêmica em ciências humanas. Além disso, preocupa-nos o futuro dos nossos cursos de pós-graduação: seja porque não terão autonomia na distribuição de bolsas, a partir das análises internas à área de mérito; seja porque, sem bolsa, nossos alunos dificilmente poderiam cursá-los. Conclamamos nossa comunidade universitária para rejeitar, terminantemente, os termos dessa proposta injusta, pouco inclusiva e sem uma visão global da consiliência entre saberes.

 

Passagem Nietzschiana, de Rosa Dias

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Título:   Passagem Nietzschiana, de Rosa Dias
ISBN: 978-85-3040-038-5
Número de páginas: 120
Formato: 14x21 brochura

Arte e filosofia são os temas centrais de Passagem nietzschiana, décimo nono volume da Coleção Sapere Aude, em que textos filosóficos podem se cruzar no encontro de várias experiências artísticas. Trazendo o pensamento da arte para o nosso dia a dia e experimentando filosoficamente o campo da criação, esta obra valoriza o cinema de Júlio Bressane, a literatura de Guimarães Rosa, a poesia de Waly Salomão e, principalmente, a filosofia de Nietzsche, tema do roteiro de Dias de Nietzsche em Turim, de Rosa Dias e Júlio Bressane, aqui publicado pela primeira vez, e de quatro artigos que enfocam diferentes aspectos da filosofia desse pensador. Como diz a autora, “hoje é quase impossível pensar em arte sem considerar Nietzsche, espírito extraordinário, que parece ter dito tudo antes de qualquer outro”.

Rosa Dias é doutora em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e professora titular na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. É pesquisadora do CNPq e autora dos livros: Páginas da vida Paginas da arte (Mauad, 2016); Nietzsche, vida como obra de arte (Civilização Brasileira, 2011); Amizade estelar: Schopenhauer, Wagner e Nietzsche (Imago, 2009); Lupicínio e a dor de cotovelo (Língua Geral, 2009); Nietzsche e a música (Imago 1994; 2.ed. Discurso Editorial/Unijuí, 2005), Nietzsche educador (3.ed. Scipione, 2003). É autora do roteiro e da pesquisa do filme Dias de Nietzsche em Turim, de Júlio Bressane, e divide a direção do filme Nietzsche em Sils-Maria com Júlio Bressane e Rodrigo Lima.

Adquira em: https://mauad.com.br/index.php?route=product/product&filter_name=PASSAGEM%20NIETZSCHIANA&product_id=33566

Ensino - de qual? - Filosofia: ensaios a contrapelo Patrícia Del Nero Velasco (Org.).

ENSAIO

Ensino - de qual? - Filosofia: ensaios a contrapelo
Patrícia Del Nero Velasco (Org.).

Acesso gratuito em:
http://ebooks.marilia.unesp.br/index.php/lab_editorial/catalog/book/159

ISBN 978-85-7249-062-7 (Impresso)
ISBN 978-85-7249-063-4 (Digital)

Os capítulos que compõem esse livro refletem sobre QUAL filosofia ensinar e aprender. As autoras e os autores procuram na tradição dopensamento filosófico problematizações e ressonâncias das questões, ora atuais, ora tradicionais, da filosofia que pensa o seu ensino e sua aprendizagem, para nos ajudar a levantar nossas próprias questões como professores e professoras dessa disciplina. Tendo em vista que nem todos os filósofos da tradição pensaram explicitamente o ensino da filosofia, essa obra traz um tom não só ensaístico, mas também provocador – fazendo os filósofos da tradição pensarem aquilo que ainda não haviam pensado, a fim de (n)os forçar a filosofar no ensino e na aprendizagem da filosofia. Convido as leitoras e os leitores a, cuidadosamente, (re)visitar com os autores e autoras não só os lugares, mas, especialmente, os caminhos por eles percorridos nesse exercício de resistir aos revezes históricos, legais e políticos, com e pela filosofia.
Rodrigo Pelloso Gelamo

Nota de Pesar do GT Filosofia e Gênero pelo falecimento de Nilcéa Freire

Em tempos de tantos retrocessos e pisadas autoritárias sobre os avanços democráticos para o país, falar de Nilcéa Freire torna-se parte da recomposição da História de alguns desses avanços.

Nilcéa inicia seu engajamento cidadão na década de 1970 quando foi militante do partido comunista brasileiro, condição que a levou a se exilar por alguns poucos anos retornando ao país e se somando às demais cidadãs e cidadãos que lutaram pela redemocratização. Mas é a partir de 1996, como vice-reitora da UERJ, e na gestão seguinte, como reitora que Nilcéa inicia uma atuação institucional que marcaria sua trajetória pública de combate à desigualdade social, ao racismo e à misoginia. Como primeira mulher reitora no país, Nilcéa marca sua diferença no engajamento de confronto institucional às desigualdades institucionais, iniciando um sistema de cotas para estudantes de escolas públicas e de baixa renda e, em seguida, como também o fez a UNB, iniciando sistema de cotas de inclusão racial. Esses sistemas de cotas constituiriam uma mudança enorme na configuração do perfil de estudantes universitários e do acesso às universidades, que posteriormente foi oficializada como política de Estado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No governo desse mesmo presidente Nilcéa Freire tornou-se a primeira Secretária Nacional de Políticas para Mulheres (SPM). Com envergadura de ministério, a Secretaria (SPM) e assumiu o protagonismo nas políticas de combate à violência doméstica, sendo responsável pela defesa e implantação da Lei 11. 340 - Lei Maria da Penha, que dispõe sobre as violências domésticas. Ainda no âmbito da SPM foram formalizadas a garantia e oferta de serviços de assistência, orientação e acolhimento das mulheres vítimas de violências, da estrutura jurídica e do aparato social para acolher denúncias e promover justiça às violências contra mulheres. Um recado estava sendo dado ao país: há que se pôr fim à disparidade de gênero e à cultura misógina que assola esse país dia e noite. Nilcéa soube, ainda, conectar o combate ao racismo ao combate ao sexismo e à misoginia reunindo as categorias políticas “raça” e “gênero” como partes da produção das violências e desigualdades sociais. Ainda como secretária/ministra da SPM Nilcéa promoveu e referendou conferências públicas que deram origem ao Plano Nacional de Políticas para Mulheres e às articulações institucionais contra a criminalização do aborto e direitos sexuais. Mais recentemente Nilcéa integrou o movimento feminista nacional organizado como partidA Feminista, iniciado no Rio de Janeiro em 2015, junto com a também valorosa Marielle Franco e demais feministas que integraram esse movimento, marcando as cenas de mobilização, debates e reivindicações contra as desigualdades socioeconômicas. Por todas essas razões externa-se nesta nota profunda gratidão e respeito ao engajamento de Nilcéa Freire. A essa cidadã, médica feminista, professora, pesquisadora e defensora da justiça social nosso reconhecimento filosófico pela aposta no feminismo como ferramenta analítica e política contra as injustiças, mostrando que teoria e prática podem e devem seguir juntas e justificarem uma a outra. Nilcéa fez história nas políticas publicas brasileira e deixa saudade de sua presença firme, porém entusiasta e alegre, àquelas e aqueles que, em algum momento e por diversificados vínculos, com ela puderam confrontar as desigualdades e injustiças de uma sociedade marcada por feridas coloniais perversas e inadmissíveis.

Nilcéa Freire presente em nossos corações e mentes!

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