Escritos de Filosofia III: Linguagem e Cognição (Editora Fi, 2019) - Marcus José Alves de Souza & Maxwell Morais de Lima Filho (Organizadores)

Este livro é mais um fruto da atividade do Grupo de Pesquisa Linguagem e Cognição da UFAL, a continuidade de um trabalho que, desde 2014, reúne profissionais de Filosofia de variadas instituições para apresentarem e debaterem suas pesquisas nos vários Encontros do Grupo. A perspectiva é criar uma tradição de publicações, contribuindo para o avanço das discussões filosóficas em Alagoas, através dos que tomarem contato com cada publicação da série: Escritos de Filosofia: Linguagem e Cognição.

Acesse gratuitamente o livro aqui.
ISBN: 978-85-5696-748-0
Nº de pág.: 241

Sumário

Apresentação ......................................11
Marcus José Alves de Souza

1...........................................................14
Centralidade da Linguagem e a Nova Proposta de Articulação da Teoria Filosófica
Manfredo Araújo de Oliveira

2.......................................................... 40
Encheirídion, Capítulo I: Traduções e Comentários
Aldo Dinucci; Alfredo Julien; Antonio Carlos Tarquínio

3...........................................................53
A Consciência (de) Si Sartriana na Perspectiva da Filosofia Analítica da Mente
Tárik de Athayde Prata

4.......................................................... 69
A Consciência É um Fenômeno Biológico: A Crítica de John Searle às Principais
Correntes da Filosofia da Mente
Maxwell Morais de Lima Filho

5......................................................... 98
Da Natureza Humana: As Perspectivas Epistemológicas de Piaget, Chomsky e
Foucault
Argus Romero Abreu de Morais

6.........................................................116
Consciência, Linguagem e Natureza em Nietzsche: A Leitura de Günter Abel
Gustavo Bezerra do Nascimento Costa

7..........................................................133
Habermas e o Problema do Mundo Objetivo em Verdade e Justificação
Juliano Cordeiro da Costa Oliveira

8 .........................................................146
Por que Jogos São Filosoficamente Relevantes para se Pensar a Natureza de Sistemas
Formais? Uma Abordagem Wittgensteiniana
Marcos Silva

9...........................................................158
Revisitando o Argumento da Linguagem Privada
Marcus José Alves de Souza

10 ........................................................ 172
O que Há de Errado com o Pensamento Crítico?
Ricardo S. Rabenschlag

11..........................................................184
A Teoria Trivalente da Vagueza e o Problema da Precisão
Sagid Salles

12 ........................................................ 201
O Leibniz de Deleuze: Uma Introdução à Lógica do Sentido
William de Siqueira Piauí

Sobre os Organizadores.........................242

Fonte: Editora Fi  


Página do Grupo Linguagem e Cognição: http://linguagemecognicaoufal.blogspot.com/2019/12/escritos-de-filosofia-iii-linguagem-e.html

"Schopenhauer e Nietzsche" Prof. Dr. Fernando de Sá Moreira (UFF)

shopenhauer

Foi publicado recentemente o livro "Schopenhauer e Nietzsche: um confronto filosófico sobre quem nós somos" do Prof. Dr. Fernando de Sá Moreira (UFF), lançado pela coleção "Nietzsche em Perspectiva" coordenada pela Profª. Drª. Vânia Dutra de Azeredo (UNIRIO) em colaboração com o Prof. Dr. Wilson Antonio Frezzatti Jr. (PPGFil/UNIOESTE). O livro conta ainda com o prefácio do Prof. Dr. Antonio Edmilson Paschoal (PPGFilos/UFPR).

Trata-se de uma investigação filosófica sobre o debate e as tensões filosóficas instauradas entre os pensamentos de Arthur Schopenhauer e Friedrich Nietzsche, em especial sobre a questão da identidade pessoal. O autor defende que há nesse debate uma importância capital de conceitos ligados à identidade pessoal, como "caráter" (Charakter) e "si-mesmo" (Selbst). É nesse tensão que se costuram algumas das ideias mais conhecidas e polêmicas de ambos pensadores alemães, como "negação da vontade", "afirmação da vida", "compaixão", "egoísmo", "ascetismo", "superação" etc.
 
ISBN:978-85-444-3584-7
DOI: 10.24824/978854443584.7
302 páginas

"Fichte. Moral para eruditos" Prof. Ricardo Barbosa / PPGFIL Uerj

Johann Gottlieb Fichte
Tradução, organização e notas: Ricardo Barbosa
ISBN 9788594591937
200 páginas

Johann Gottlieb Fichte (1762-1814) tornou-se professor em Jena no verão de 1794. Tinha apenas 32 anos. Colocando toda a sua verve a serviço do evangelho da razão prática, suas primeiras preleções públicas versaram sobre o ethos do erudito e da formação universitária. Elas suscitaram a admiração de estudantes como Hölderlin, para quem Fichte já era “a alma de Jena”, mas também o ódio de autoridades civis e religiosas, para as quais ele não passaria de um plebeu arrogante, “democrata” e “jacobino”. Num gesto de autodesagravo, logo reuniu suas cinco primeiras preleções num pequeno livro, O destino do erudito (1794), pois era preciso calar os detratores. No semestre seguinte, Fichte mal pôde retomar seu curso público, pois a escolha de oferecê-lo nas manhãs de domingo foi tomada como um descarado intento de concorrer com o serviço religioso. Tudo o que restou dessas preleções está aqui traduzido, ao lado de importantes escritos que documentam as reações de Fichte a tantos ataques, inclusive das ordens estudantis, não só à sua pessoa, mas sobretudo à liberdade acadêmica.

https://www.liberars.com.br/moral-para-eruditos-prelecoes-publicas-na-universidade-de-jena-1975-1795

O CÍNICO E O OTÁRIO: JORNADA "O SOBRINHO DE RAMEAU", DE DENIS DIDEROT

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De um lado, um filósofo iluminista orgulhoso da razão e arrogante, cheio de ideais morais e convicções humanistas sobre emancipação e progresso; do outro, um imoralista cínico, sem eira nem beira, tampouco escrúpulos, comprometido apenas com a satisfação imediata dos seus próprios interesses e apetites. O sobrinho de Rameau, do filósofo francês Denis Diderot (1713-1784), é o diálogo entre esses dois personagens, entre essas duas consciências e sensibilidades antitéticas, uma queda de braços entre argumentos pró e contra a vida moral. Publicada postumamente, trata-se de uma obra que, por sua radicalidade e ousadia, acumulou admiradores célebres ao longo da história do pensamento, dentre eles Goethe, Hegel, Marx, Freud e Foucault. A finalidade principal do evento é somar duas reflexões sobre a experiência de se ler e de enfrentar as provocações dessa obra ao mesmo tempo lúcida, libertadora e perigosa. Para isso, contará com a presença de dois leitores de O sobrinho de Rameau: Gregory Augusto Carvalho Costa, mestrando em filosofia na UFABC, e Paulo Jonas de Lima Piva, doutor em filosofia pela USP e professor da UFABC

Dia: 28 de novembro de 2019, quinta-feira, 16 horas
Local: Campus São Bernardo, prédio Alfa 2, sala 2019
Organização: Prof. Dr. Paulo Jonas de Lima Piva e Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFABC

A Lanterna de DIógenes!

Apresento a vocês A Lanterna de Diógenes, iniciativa do prof. Aldo Dinucci, do prof. Rafael Pereira e dos mestrandos Brenner Brunetto e George Borges, mas que pertence a todos nós, apaixonados pelo conhecimento.

A Lanterna de Diógenes ou União Brasileira de Estudos Cínicos é um grupo de estudos nacional, que visa aprofundar e apresentar as pesquisas feitas sobre a escola cínica, não só no âmbito filosófico, mas que incidem em outras áreas, como a literatura.

Segue-se também o site, que em breve terá cursos, aulas e podcast sobre a filosofia cínica. 

Vale lembrar que o site já conta com uma vasta lista de indicações de obras sobre a escola em vários idiomas e um pequeno resumo do cinismo.
Lanterna de Diógenes

Segue-se um vídeo de apresentação do site e um resumo geral.
Apresentação (O que foi o cinismo antigo?) - A Lanterna de Diógenes

A filosofia africana e o ensino de filosofia no Brasil

Luís Thiago Freire Dantas (1)

Um estudante colonizado, por não fazer parte da origem da história intelectual que as filosofias universitárias são pontos de referência impressionantes, pode ser tão seduzido pelas tentativas de dar uma explicação filosófica ao Universo que rende toda a sua personalidade a elas. Quando o estudante faz isso, perde de vista o fato social fundamental: ele é um sujeito colonizado. Kwame Nkrumah, na obra Consciencismo (1979, p. 3).

Se é verdade que a filosofia é “a mais branca” entre as disciplinas das Humanidades (MILLS, 1999), por que então abordar produções filosóficas para além do eixo europeu? Pois é preciso desvelar formas implícitas do racismo que operam no meio intelectual, cristalizando a filosofia em um único modo de produzir-se, sugerindo, ainda, uma deficiência sistemática e racional em certos grupos humanos, o que impossibilitaria de serem reconhecidos ontologicamente, isto é, em seu modo de ser.

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História filosófica do amor", de Dax Moraes (PPGFIL/UFRN)

Acaba de sair a "História Filosófica do Amor" e pode ser baixado gratuitamente em pdf em https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/27912. O livro passa pelos mais diversos pensadores ocidentais de todas as épocas, desde os mitos gregos, desconstruindo todo tipo de preconceitos de filósofos, teólogos e do senso comum, bem como os convencionalismos em torno de casamento, família, sexualidade e moralidade. 

"A História Filosófica do Amor não é mero estudo das várias abordagens de um tema, uma obra “erudita” ou um “manual”. Trata-se, em vez disso, de constatar o modo como o amor foi constantemente interpretado em total divergência com relação àquilo que ele é como tal, ou seja, como se apresenta concretamente na vida humana. Contrapõe-se o que foi dito àquilo que não o foi, mas deveria. Com sorte, poderemos esclarecer por que e em que medida não se disse do amor e sua essência o que caberia."

Divulgação do Ep. 2 da Rádio Murucututu

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