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Filosofia da Tecnologia e da Técnica

 

ATIVIDADES DO GT FILOSOFIA DA TECNOLOGIA E DA TÉCNICA

1- Encontros anuais

2- Publicação de livros e de um boletim on-line para divulgação da produção dos membros.

3- Circulação de papers para debate entre os membros

4-- Criação de uma página do GT para divulgação de notícias.

5- Induzir e apoiar a publicação de artigos produzidos em virtude das atividades do GT.

6- Criação de redes com as áreas tecnológicas

7- Debates sobre temas específicos

8- Realização de Workshops

9- Formulação de dossiês científicos sobre o tema da tecnologia e da técnica

10- Articulação dos vários grupos de pesquisa em Filosofia da Tecnologia e da Técnica.

11- Oferta de minicursos na ANPOF

12- Participação no debate nacional sobre a questão tecnológica e as políticas públicas de C&T.

13- Intercâmbio entre pesquisadores nacionais e internacionais

14- Criação de uma rede de pesquisa no âmbito da América do Sultológicas, éticas, epistemológicas e estéticas.

 

GT FILOSOFIA DA TECNOLOGIA E DA TÉCNICA

 

O GT Filosofia da Tecnologia e da Técnica é uma rede de pesquisa sobre as temáticas da tecnologia, da técnica e das tecnociências no âmbito da ANPOF. A necessidade de pensar a tecnologia e a técnica é cada vez mais urgente, como temas filosóficos inevitáveis Com esse intuito, o GT integra e articula um conjunto de pesquisadores em todo país que pensam, multidimensionalmente, o fenômeno, as instituições e os objetos técnicos, em suas várias dimensões ontológicas, éticas, epistemológicas e estéticas.

O objetivo do GT é, portanto, pensar os problemas filosóficos da tecnologia e da técnica considerando a amplitude de seu escopo e a necessidade de múltiplas expertises, constituindo um campo problemático que vai além de disciplinas e temas filosóficos tradicionalmente abrigados, como, por exemplo, em filosofia da ciência. Muitas questões relacionadas à técnica e tecnologia demandam esforços de equipes multi/interdisciplinares e é importantíssimo que haja filósofos habilitados para argumentar e discutir sobre esse tema. Há questões genuinamente filosóficas que emergem da tecnologia que profissionais de outras áreas dificilmente conseguem desenvolver um tratamento adequado a elas.

O GT busca a atualização da agenda filosófica brasileira, que até o momento tem realizado pesquisas isoladas sobre o tema em diferentes pontos do país e fora do espaço da ANPOF. Em contrapartida, quando nos deparamos com os estudos e as investigações que são feitas nos Estados Unidos, na Europa em geral e na Holanda especificamente, percebemos que a filosofia da tecnologia já se encontra institucionalizada e há um bom tempo faz parte da agenda oficial daqueles pesquisadores.

O GT é um espaço adequado em âmbito nacional para o debate e amadurecimento das próprias ideias filosóficas, buscando desenvolver uma concepção adequada à própria tecnologia. Trata-se de um ambiente para a ampliação das referências bibliográficas por meio da publicação de livros, artigos e traduções. Este espaço constituirá em médio prazo uma sociedade científica nacional, ampliando a agenda, os atores e os foros de discussão.

Em sua faixa própria de atuação, o GT tal como está sendo formatado é um espaço de reflexão teórica mais sistemática sobre a técnica e as tecnologias e visa a formação de um debate inter/multidisciplinar no qual filósofos, cientistas, engenheiros, administradores, agentes do governo e outros profissionais interessados possam discutir abertamente os rumos e os desafios que a ciência e tecnologia brasileira enfrentam. Mas, esta relação não pode ser compreendida por um viés unilateral no qual o filósofo estabelece as condições para os tecnólogos e as políticas públicas e nem o qual os tecnólogos impõe às questões que são pertinentes de serem pensadas pela Filosofia. É preciso estimular e criar condições para que os tecnólogos também se sintam desafiados pelos problemas teóricos. Por fim, o maior desafio de todos consiste em mudar o modo como a maioria dos filósofos vê tradicionalmente a tecnologia, como um objeto de segunda classe ou coisa de engenheiro.  É preciso reconhecer que as áreas tecnológicas têm problemas filosóficos interessantes – éticos, epistêmicos, estéticos, políticos, ontológicos, como ressaltado – e que a aproximação dessas áreas, inclusive com as engenharias, pode proporcionar avanços e descobertas significativas, com o potencial de renovar a própria filosofia em áreas consideradas axiais.

Assim o GT é um fórum que contempla diferentes perspectivas sobre o tema da tecnologia e da técnica. As áreas de atuação do GT incluem as abordagens da história da filosofia sobre a técnica e a tecnologia; a análise dos objetos técnicos dos mais variados tipos como os organismos geneticamente modificados, a inteligência artificial, os dispositivos nano tecnológicos, os organismos cibernéticos e outros objetos técnicos; e as implicações multidimensionais das tecnociências.

O GT é uma maneira para que as diferentes narrativas acerca da tecnologia e da técnica possam ser expressas numa rede de pesquisa mais orgânica e de alcance nacional promovendo uma sinergia entre grupos de pesquisa e projetos individuais com competências complementares, potencializando a capacidade de produção de reflexões críticas sobre a natureza das tecnologias e a discussão das diversas abordagens filosóficas acerca da técnica e da tecnologia, e mesmo versar sobre a diferença entre elas.

O GT articulará as reflexões filosóficas acerca da Tecnologia e da Técnica em dois níveis: 1) considerações sobre o sentido dessa atividade humana e 2) considerações sobre o que a tecnologia faz enquanto atividade e o que ela faz enquanto produtos desta atividade.

Como temas de estudos, as técnicas e as tecnologias estão associadas a questões de cunho notoriamente filosóficas (ontológicas, éticas, epistemológicas, políticas, etc.) e se articulam com perspectivas transdisciplinares de análise aos saberes como a História, a Sociologia, a Psicologia, a Arquitetura, o Design, a Biotecnologia, etc. Entre as questões que se pretende enfrentar estão as perguntas sobre o que é a técnica e tecnologia, sobre o estatuto de sua realidade ou virtualidade, sobre suas relações com os processos de subjetivação, sobre o conjunto de objetos, atividades e procedimentos que ela envolve, sobre sua história, sobre o ser de seus artefatos, sobre a sua naturalidade e artificialidade, sobre sua dinâmica utópica, seu potencial político, sua presença na literatura, suas promessas, seus êxitos, seus riscos, seu controle e sua autonomia, sua neutralidade e seu destino determinista; além daquelas relativas à análise de objetos técnicos determinados, ao problema do design, da tecnoestética e da regulação, bem como às suas relações com a economia, a política e a cultura.

MEMBROS NÚCLEO DE SUSTENTAÇÃO:

  • Alberto Cupani-UFSC
  • Diego Lawler- CONICET-Argentina
  • Eladio Craia-PUCPR
  • Gérson Albuquerque de Araújo Neto-UFPI
  • Gustavo Caponi-UFSC
  • Hugh Lacey- Swarthmore College- Pennsylvania-EUA
  • Ivan Domingues-UFMG
  • Jairo Dias Carvalho-UFU (COORDENADOR DO GT)
  • Pablo Mariconda-USP
  • Rafael Cordeiro Silva-UFU
  • Renato Knouchi-UFABC
  • Simeão Sass-UFMG

 

MEMBROS DOUTORES:

  • Alberto Oliva-UFRJ
  • Anor Sganzerla-Bioética PUCPR
  • Bruno Vasconcelos de Almeira-PUCMG
  • Celso Candido de Azambuja-UNISINOS
  • Daniela Silveira Rozados-USP
  • Gilmar Szczepanik-UNICENTRO-PR
  • Helder Buenos Aires-UFPI
  • Jelson Oliveira-PUCPR
  • José Ricardo Barbosa Dias-UFPI
  • Paulo Vieira Neto-UFPR
  • Lilian Simone Godoy Fonseca- UFVJM
  • Wendell Lopes-UFMT
  • Juri Castelfranchi-UFMG

 

MEMBROS PÓS GRADUANDOS – Mestrandos e Doutorandos

  • Alisson Soares-UFMG
  • Carlos Alexandre Ratton-UFMG
  • Cristiano Cordeiro Cruz-USP
  • Gabriel Valim Alcoba Ruiz-UFABC
  • Geovanni Viola Moreto-PUCPR
  • Paulo Sérgio Guimarães-PUCPR
  • Thiago Vasconcellos-PUCPR

 

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Grupos de Trabalho