AGENDA ANPOF
  • NOTÍCIA SOBRE PRORROGAÇÃO DO PRAZO DE INSCRIÇÕES PARA O XIX ENCONTRO

    Devido à pandemia da COVID-19, a organização do XIX Encontro Nacional da ANPOF prorrogou a data final de submissão de trabalhos do dia 08 de maio para o dia 06 de julho. A data de realização do evento está mantida, mas a possibilidade de adiamento da realização do eventopara data posterior em 2020 ou mesmo para o primeiro semestre de 2021 será avaliada no final do período de submissão de trabalhos.

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  • NOTA - XIX ENCONTRO ANPOF E A PANDEMIA PROVOCADA PELO CORONAVÍRUS 

    Estamos acompanhando com profunda atenção os desdobramentos da pandemia provocada pelo coronavírus em nosso país. Os eventos acadêmicos previstos para o 1º semestre têm se mostrado inviáveis, considerando as previsões das autoridades competentes e os acontecimentos nos países onde a pandemia encontra-se em seu ápice como a Itália, e em declínio, como a China. Hoje mesmo foi suspensa a 72ª Reunião Anual da SBPC, prevista para ocorrer entre 12 e 18 de julho na UFRN, em Natal.

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  • V ENCONTRO NACIONAL ANPOF ENSINO MÉDIO CONVOCATÓRIA

    A ANPOF realizará pela quinta vez o Encontro Nacional ANPOF Ensino Médio durante seu XIX Encontro Nacional, em Goiânia (GO), de 19 a 23 de outubro de 2020.

    A submissão de trabalhos para esta atividade deve ser feita entre os dias 28/02/2020 e 08/05/2020.
    Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail: ensino.medio@anpof.org.br

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  • CHAMADA DE INSCRIÇÕES - XIX ENCONTRO NACIONAL DA ANPOF

    A ANPOF realizará de 19 a 23 de outubro de 2020 seu XIX Encontro Nacional, em Goiânia/GO. As inscrições para o evento terão início hoje, 28 de fevereiro, através deste link. A data final para submissão de trabalhos é o dia 08 de maio e a data prevista de divulgação da lista de trabalhos selecionados é 1º de junho de 2020.

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  • APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO DO XVIII ENCONTRO NACIONAL DE FILOSOFIA DA ANPOF

    O XVIII Encontro Nacional da ANPOF foi realizado em outubro de 2018 na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em Vitória/ES, e contou com mais de 2 mil participantes com suas respectivas apresentações de pesquisa, tanto nos Grupos de Trabalho da ANPOF quanto em Sessões Temáticas.

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Revista Eletrônica Estudos Hegelianos Chamada de artigos: "A filosofia política de Hegel: novos rumos"

Chamada de artigos: "A filosofia política de Hegel: novos rumos".

Não foi apenas uma vez que as obras políticas de Hegel – sobretudo as da dita «maturidade» como as Linhas Fundamentais da Filosofia do Direito – foram tratadas pela tradição filosófica como um «cachorro morto». Em tempos mais recentes, no entanto, e certamente como resultado da edição crítico-filológica dos seus textos (com destaque aos vários Vorlesungsnachriften), uma vigorosa produção bibliográfica nos permite acreditar que esse quadro se transformou profundamente: A pergunta «Back to Hegel?», parece estar de fato na ordem do dia.


Se o interesse pela obra política de Hegel parecia antes praticamente confinado à Hegel-Forschung ou preservado por meio de interpretações baseadas em «fases», buscando resguardar um «jovem Hegel» de uma suposta ideia hipertrofiada de Estado do «Hegel maduro», há cerca de duas décadas o interesse por Hegel não apenas se espraiou por diferentes tradições filosóficas — como o pragmatismo, o republicanismo e as últimas gerações da teoria crítica —, como também transbordou para diferentes disciplinas: Há hoje textos de economistas, sociólogos, psicólogos, historiadores, juristas e antropólogos que buscam interpelar a filosofia hegeliana para encontrar recursos conceituais e perspectivas para se pensar criticamente o tempo presente.

Não nos parece exagero julgar que a filosofia política hegeliana readquiriu uma importância que talvez só encontra paralelo na primeira metade do século XIX, quando os assim chamados jovens e velhos hegelianos disputavam o seu legado – mas agora sem o ônus de temas caros a esse período, como a suposta reabilitação por parte de Hegel da metafísica pré-crítica, o suposto horizonte político ligado ao Estado prussiano ou o debate em torno da superação da religião e da própria filosofia. As interpretações contemporâneas da filosofia hegeliana parecem assinalar uma mudança paradigmática que privilegia o que há de inquietante, profícuo e aberto no pensamento político de Hegel, como p. ex. o caráter quase aporético dado por ele à dinâmica da sociedade civil-burguesa, a noção de liberdade social em que a individualidade não é sacrificada em favor de uma ideia de um todo ou as reinterpretações de sua filosofia da história pensada sem determinismos.

É precisamente no intuito de expressar, compreender e problematizar esse novo momento da leitura da filosofia política hegeliana que convidamos todos e todas a enviarem artigos para a Revista de Eletrônica de Estudos Hegelianos até o dia 30 de Julho de 2018. A seguir compartilhamos uma lista (não exclusiva) de temas:

  • A ideia hegeliana do Estado ético e a crítica da realidade política;
  • História da liberdade e história do direito;
  • Hegel e as teorias da representação política e da soberania modernas;
  • Hegel entre Sturm und Drang e Saint-Simon;
  • Os hegelianismos, a questão social e política no pré-1848;
  • Hegel, Marx e a tradição dialética
  • A filosofia política de Hegel e o pragmatismo;
  • Liberdade social, republicanismo, comunitarismo;
  • Teoria crítica e teorias hegelianas do reconhecimento;
  • Mercado, sociedade civil, economia política;
  • Edição-crítica dos Vorlesungsnachschriften e as novíssimas interpretações;
  • Hegel em face de cosmopolitismo, feminismo, pós-colonialismo;
  • Recepção brasileira (e latinoamericana) de Hegel

http://ojs.hegelbrasil.org/index.php/reh/announcement
"Hegel's political philosophy: new directions"

The philosophical tradition has all too often regarded Hegel's political works, especially those of his mature period such as The Philosophy of Right, as a “dead dog”. More recently, however, and as a result of the soon to be completed critical edition of his texts, especially of the many Vorlesungsnachschriften, a vigorously growing bibliography indicates that deep changes are taking place: the question “back to Hegel?” seems increasingly to be heard from numerous corners.

Not too long ago, interest in Hegel’s political texts seemed to be confined to Hegel specialists, or else reconfigured by attempts to save the “young Hegel” from the supposedly overswollen idea of State espoused by the “mature” one. But during the last two decades or so different philosophical traditions (such as pragmatism, republicanism and the last phase of Critical Theory) as well as researchers from several disciplines (economy, sociology, psychology, anthropology, science of law, etc.) have begun to approach Hegel's philosophy in the search of conceptual resources with which to generate new, critical perspectives on the present circumstances.
Perhaps it is no exaggeration, therefore, to claim that Hegel’s political philosophy has become the object of a kind of attention comparable only to the time when “Young” and “Old” Hegelians disputed its legacy – now relieved, however, of the discussion frames which burdened that first reception, such as the question of the supposed rehabilitation of pre-critical metaphysics, the supposed justification of the Prussian State, the debate concerning the overcoming of religion and of philosophy itself. Current Hegel interpretations seek rather to signal a paradigm-change favouring all that is uncompromising, fruitful, and open in Hegel's thinking, such as the almost aporetical character given to civil-society dynamics, the notion of social freedom in which individuality is not at all to be sacrificed in relationship to totality, or the re-interpretation of philosophy of history relieved of all determinism.

Thus, in order to express, comprehend and problematise the present moment within the political frame of Hegel-Interpretations we propose this Call for Papers: send us a contribution by July 30th, 2018. Below a (non exclusive) thematic list:

  • Hegel’s idea of State and the critique of political reality
  • History of Freedom, history of Right
  • Modern theories of political representation and sovereignty
  • Hegel between Sturm und Drang und Saint-Simon
  • The social-political question within Vormärz and the many Hegelianisms
  • Hegel, Marx and the dialectical tradition
  • Hegel’s political philosophy and Pragmatism
  • Social liberty, Republicanism, Communitarism
  • Critical theory and recognition
  • Market, Civil-society, political economy (in the young and the old Hegel)
  • Critical-editions of the many Berlin lectures and the newest interpretations
  • Hegel within (or without) cosmopolitanism, postcolonialism, feminism
  • Brazilian (Latinamerican) receptions of Hegel
  • Anthropology, Second Nature, Sittlichkeit and politics in Hegel

http://ojs.hegelbrasil.org/index.php/reh/announcement

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