Abraão e a fé como princípio do novo ser e do novo modo de existência entre a relação absoluta com o Absoluto e a encarnação do Absoluto no Deus-Homem Jesus Cristo

Bânner Abraão e a fé 1

“Tudo é possível”, seja para Deus, seja para o homem: Editora Politikón Zôon Publicações publica pesquisa do Prof. Luiz Carlos Mariano Da Rosa que traz como objeto de estudo a fé prototípica de Abraão e a experiência existencial que o seu exercício produz


A Editora Politikón Zôon Publicações (PZP / São Paulo) está publicando o trabalho de pesquisa do Prof. Luiz Carlos Mariano Da Rosa na área de Teologia Filosófica intitulado "Abraão e a fé como princípio do novo ser e do novo modo de existência entre a relação absoluta com o Absoluto e a encarnação do Absoluto no Deus-Homem Jesus Cristo", que traz como princípio metodológico a hermenêutica existencial de Kierkegaard e encerra a experiência existencial instaurada pelo patriarca hebreu Abraão mediante a fé em face da oposição entre o princípio moral e a ordem de Deus na relação que implica o sacrifício de Isaque e converge para se sobrepor à instância do geral e à sua mediação em um ato baseado no absurdo que, por tal condição, constitui-se um paradoxo irredutível. Dessa forma, trazendo como objeto de estudo a fé prototípica de Abraão e a experiência existencial que o seu exercício produz, a pesquisa do Prof. Luiz Carlos Mariano Da Rosa, baseada na perspectiva teológico-filosófica de Kierkegaard, investiga a distinção entre Agamêmnon, o Herói Trágico e a sua virtude moral, e Abraão, o Cavaleiro da Fé e a sua relação absoluta com o Absoluto, detendo-se no ato que implica a suspensão teleológica do ético e o paradoxo absoluto da fé. Assim sendo, correlacionado as perspectivas ético-religiosa, teológico-filosófica e bíblico-teológica, o Prof. Luiz Carlos Mariano Da Rosa assinala que a promessa de bênção envolvendo todas as nações e todos os povos, o mundo inteiro, não se mantém reduzida à descendência física de Abraão e a sua condição de pai dos israelitas, na medida em que é a fé como relação absoluta com o Absoluto que torna o patriarca hebreu o pai espiritual de todo aquele que crê em um processo que independe da nacionalidade e que implica a superação da Lei como força externa e a sua instituição como poder interior através de um movimento cuja possibilidade demanda a manifestação do Deus-Homem Jesus Cristo. Finalizando, o Prof. Luiz Carlos Mariano Da Rosa sublinha em sua investigação que, estabelecendo uma ruptura na constituição ontológica do Universo, a fé em Jesus Cristo representa a possibilidade de transformação do imanente através da relação com o Transcendente em um processo que implica a superação do determinismo natural e a sua lei da causalidade e do terror incessante do mundo histórico-cultural em um movimento que consiste na encarnação do Absoluto no Deus-Homem Jesus Cristo que, além do seu valor soteriológico, possibilita a fruição de uma liberdade absoluta, convergindo para um processo que, fundamentado na leitura bíblico-teológica e católico-protestante, implica um novo ser e um novo modo de existência e atribui à fé a condição de que “tudo é possível”, seja para Deus, seja para o homem.

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Vick Rô - Assessoria de Imprensa da ONG Espaço Politikón Zôon - Educação, Arte e Cultura
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