Historicidade e os sentidos da libertação
UFRGS

Objetivo Geral: Promover uma reflexão sobre o processo de descolonização do pensamento latino-americano a partir da Filosofia da Libertação.

Objetivos Específicos:

1  Refletir os sentidos da liberdade no atual contexto latino-americano;

2  Analisar a importância da Filosofia da Libertação no processo educativo;

3 Possibilitar a troca de experiências e ideias através do contato com estudantes e professores/pesquisadores da América Latina;

4  Pensar a Filosofia da Educação desde o encontro de diferentes saberes e culturas;

5 Oportunizar o conhecimento da historia da Filosofia da libertação para professores da rede estadual e alunos e professores da universidade.

 

Justificativa:

A organização do II Congresso Brasileiro de Filosofia da Libertação é de suma importância para a Universidade. O debate sobre a Filosofia da Libertação no Brasil, em especial no Rio Grande do Sul, teve um momento rico nos anos 80. Resgatar a memoria desta orientação teórica significa refletir criticamente as condições de opressão  e as possibilidades de libertação a partir de uma perspectiva latino-americana. A Educação, nesta direção, assume um papel significativo na construção de um pensar descolonizado, em que a reflexão sobre a democracia, a justiça social, e situações de discriminação étnico, racial e sexual são eixos fundamentais de luta. Neste sentido, este Congresso assume o compromisso da Carta de Gramado (07/09/1988), importante documento que registra o comprometimento de intelectuais com o desenvolvimento da Filosofia da Libertação a nível nacional, abrangendo a docência, a pesquisa articulados com os movimentos sociais e a realidade de opressão que vivemos hoje.


16 Set 2014 > Ocorrido há 2088 dias
16 Set 2014 - 18 Set 2014
15 Abr 2014
UFRGS

  • Relevância e pertinência à proposta das discussões do II Congresso Brasileiro de Filosofia da Libertação;

 

Interlocução e contribuição para a área da Filosofia

 

Rigor em torno aos aspectos formais e de conteúdo.

Eixos Temáticos:

1 Ensino da Filosofia: práticas filosóficas libertadoras

Coordenadores: André Pares -  adpares@gmail.com e Paulo Cesar Carbonari carbonari@ifibe.edu.br

A mesa sobre Ensino de Filosofia propõe a apresentação e a discussão de práticas de ensino de filosofia libertadoras e que tematizem a prática da libertação como parte da atividade educativa em filosofia. Ao considerar o contexto brasileiro e latino-americano multiverso, a disciplina de filosofia na educação básica oferece a oportunidade para que se trabalhe pedagogicamente reflexões que dialoguem com os processos de afirmação de sujeitos individuais e coletivos comprometidos com processos libertários. Neste sentido, a abordagem crítica a partir das práticas pode ajudar a educadores/as filosóficos/as a colaborar na construção de atitudes filosóficas criativas, críticas e comprometidas com a transformação das realidades opressoras e a construção de novas realidades livres e igualitárias.

 2 Práxis filosófica e movimentos sociais

Coordenadoras: Dorilda Grolli   dorilda@grolli.com.bre Rosetta Mammarella   rosettacbfl@gmail.com

Ementa: Considerando a noção de práxis, enquanto ação transformadora da realidade concreta no conjunto das relações que os seres humanos estabelecem entre si e a sociedade, ou seja, como relação criativa dos seres humanos, no horizonte da história, indicativa de ação transformadora, objetiva-se pensar e discutir a prática dos movimentos sociais enquanto processo de conscientização sobre sua condição histórica de opressão e dominação econômica, política e sócio-cultural em todas as instâncias do que-fazer social detectando suas formas de organização, de articulação, de estratégias e objetivos em vistas de sua eficácia de transformação humanizadora do mundo.

3 Direito e Libertação

Coordenadores: Lucas Machado - lucas-sul@hotmail.com eAntonio Carlos Wolkmer

4 Cultura Popular e interculturalidade

Coordenadores: Leonardo Castro Dorneles – orcaoito@yahoo.com.br e Neusa Vaz e Silva  neusavazsilva@yahoo.com.br

Ementa: Dentro do contexto multicultural de nossa América, a mesa “Cultura Popular e Interculturalidade” propõe pensar e discutir a partir da diversidade cultural de nossos povos, considerando  seus  contextos e manifestações, na busca de elementos fundamentais para uma prática educativa intercultural libertadora. Entende-se a troca de experiências como potente possibilidade de resignificar os fundamentos da Filosofia, para a transformação da realidade globalizada, com vistas a colaborar na descolonização do nosso pensamento.

5 Educação,Política e Libertação

Coordenadores: Maria Ely Genro mariaellyh8@gmail.come Jaime Zitkoski –00086365@ufrgs.br,

6. Educação e Emancipação

Dinora T. Zucchetti dinora@feevale.br e  Celina Dal Moro dalmoro@upf.br

Cronograma:

Entrega dos resumos (Maximo 500 palavras) – 15 de junho

Resultado Aceite – 30 de junho

Entrega do resumo expandido e palavras-chaves (Maximo 3 a 5 paginas) – 15 de julho


Pro-Reitoria de Extensão/ FORPROF

Secretaria Estadual de Educaçao/SEDUC

Faculdade de Educação/UFRGS

Fapergs

CAPES


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